A Reforma Tributária representa a mudança mais profunda na tributação do consumo em décadas e inaugura um longo período de transição que exigirá das empresas, independentemente do setor de atuação, elevada capacidade de adaptação, planejamento estratégico e leitura precisa de riscos e oportunidades.
A migração para o novo modelo de tributação sobre o consumo, com a introdução do IBS e da CBS, tende a produzir impactos amplos e estruturais, que se manifestarão ao longo de toda a cadeia operacional das organizações — desde a formação de preços e margens até políticas comerciais, contratos, sistemas de gestão, cadastros fiscais e governança tributária.
Para apoiar as empresas nesse processo, consolidamos a seguir um conjunto de recomendações técnicas estruturadas, com base nas análises e modelagens realizadas pelo Demarest em diferentes setores da economia, voltadas à preparação e adaptação ao novo ambiente tributário.
1. Capacitação: a base para decisões qualificadas
O primeiro eixo de preparação consiste no fortalecimento do conhecimento interno. A Reforma Tributária altera conceitos centrais de incidência, creditamento, base de cálculo e enquadramento das operações, exigindo que as organizações compreendam não apenas o texto normativo, mas, sobretudo, seus efeitos práticos sobre o modelo de negócios.
Recomenda-se que os programas de capacitação envolvam, de forma integrada:
Os treinamentos devem abordar, com linguagem objetiva e foco aplicado, temas como:
Esse preparo inicial é essencial para reduzir riscos de interpretações equivocadas, evitar distorções operacionais e permitir que as decisões estratégicas subsequentes sejam tomadas com maior grau de segurança.
2. Modelagem econômico-tributária: o diagnóstico estratégico indispensável
Diante da complexidade do período de transição e da heterogeneidade dos modelos empresariais, análises genéricas tendem a ser insuficientes. A sensibilidade dos negócios às novas regras de tributação sobre o consumo exige diagnósticos personalizados, capazes de capturar impactos reais e mensuráveis.
As modelagens recomendadas incluem:
Como demonstrado nas modelagens já conduzidas pelo Demarest em projetos multissetoriais, esse processo oferece visibilidade granular dos efeitos econômico-tributários, permitindo o ajuste tempestivo do planejamento estratégico e a definição de diretrizes de curto, médio e longo prazo.
3. Implementação: da estratégia aos ajustes operacionais
Concluídas as etapas de capacitação e modelagem, a fase seguinte envolve a implementação coordenada das adaptações necessárias. Esse processo deve ser conduzido de forma estruturada, com frentes paralelas e atuação integrada das áreas jurídica, fiscal, contábil, tecnológica e de negócios.
3.1 Revisão de contratos e políticas internas
3.2 Adequação de sistemas e processos
3.3 Conformidade e governança tributária
3.4 Comunicação com parceiros e stakeholders
A comunicação clara e estruturada com parceiros comerciais, fornecedores e demais stakeholders é essencial para evitar desalinhamentos em preços, repasses e condições contratuais. Uma abordagem coordenada contribui para que o processo de adaptação ocorra de forma consistente, segura e operacionalmente eficiente.
4. Pontos de atenção transversais aos diversos setores
Independentemente do segmento econômico, alguns temas tendem a exigir atenção reforçada ao longo do período de transição:
Além disso, o regime de transição pode gerar desalinhamentos temporários entre preços, margens e resultados, demandando monitoramento contínuo e ajustes recorrentes.
5. O papel do Demarest no apoio às empresas
Com base em metodologias proprietárias, ferramentas analíticas robustas e experiência concreta em projetos de implementação da Reforma Tributária em diversos setores da economia, o Demarest apoia as empresas em:
Nosso compromisso é apoiar as empresas na construção de soluções sólidas, que assegurem previsibilidade, segurança jurídica e eficiência operacional no novo ambiente tributário.
| Compra | Venda | |
|---|---|---|
| Dólar Americano/Real Brasileiro | 5.2709 | 5.2739 |
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| Atualizado em: 05/02/2026 19:02 | ||
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| INPC (IBGE) | 0,03% | 0,21% | |
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| IPCA-E (IBGE) | 0,20% | 0,25% | 0,20% |
| IVAR (FGV) | 0,37% | 0,51% |