O nível de exigências empresariais, contábeis, fiscais, previdenciárias e trabalhistas tem “explodido” no Brasil. A maioria destas obrigações, rotinas e adaptações são realizadas, dentro das organizações, por contabilistas, assessorados por profissionais de informática e gestão de dados.
O ritmo de mudanças avassalador tem exigido que o contabilista imponha a si próprio um ritmo de trabalho, treinamento e análise muito maior do que no passado, gerando um “estresse” na carreira dos profissionais.
A cobrança é enorme: de um lado, o fisco, um leão pronto a punir qualquer deslize; de outro, as organizações, que, amparadas pelo Novo Código Civil, impõem aos contabilistas uma responsabilidade civil sobre as consequências da não adaptação das normas legais em tempo exigido pelas autoridades fiscais.
O SPED – Sistema Público de Escrituração Contábil, exigido desde 2008, permite ao fisco uma ampla “varredura” nos dados fiscais, contábeis, previdenciários e normativos dos empreendedores, colocando uma responsabilidade enorme sobre os contabilistas, na triagem de dados e na prevenção de erros que possam provocar dados inconsistentes na organização, sujeitos às multas pesadíssimas e consequências legais como um todo.
Já o E-Social, um projeto de integração de dados trabalhistas, previdenciários e fiscais, cuja exigência é prevista para 2015, deve pegar muitos de surpresa, dado a enormidade de informações, cadastros e conciliações necessárias para atender ao fisco.
Os desdobramentos exigem atenção redobrada, treinamento contínuo, leitura constante, análise proativa e interação com outras áreas (como informática e administração) dos contabilistas. Até que altura você, profissional de contabilidade, tem de fato consolidado seus conhecimentos nesta área para responder adequadamente a demanda de seus clientes ou empregador?
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| Atualizado em: 31/03/2026 06:46 | ||
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